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POLÍTICA CONSTRUTIVA

A política tem de deixar de ser como a conhecemos actualmente. Tem de se reger pelo que está escrito na  Organização.
Vamos falar da 
Comunidade, a única estrutura que dirige os cidadãos.
O que está escrito de seguida é um ponto de partida para a concretização de uma Comunidade:  pensada para que haja as três áreas base em todo o lado (Saúde, Educação, Comunicação), livre de manipulações, falhas de prazos, novos orçamentos depois de já terem sido emitidos uns, a valorizar tanto a beira-mar com o interior.
Deixa de haver Partidos Políticos e passa a haver diversos conjuntos de candidatos à Organização 
em que cada um propõe uma forma diferente de conduzir o destino da Organização a que concorre.
É eleita uma vez em cada 5 anos. A eleição é constituída por três votos: um para a Organização Regional, outro para a Organização do País e o terceiro para a Organização da Comunidade. Os candidatos à Organização que forem eleitos para a Comunidade farão com que automaticamente sejam eleitos para as organizações imediatamente dependentes um conjunto de outros candidatos a essas mesmas. Por exemplo: Temos o conjunto A, B e C de candidatos. Para o A temos o D, E, F, G, H, I, J e M que se candidatam às organanizações imediatamente dependentes. O mesmo se passa com o B e o C. Ao ser eleito o A os conjuntos D, E, F, G, H, I, J e M são automaticamente colocados nas organizações dependentes, se for o B ou o C serão os seus conjuntos respectivos. Quanto à Organização dos Países e das Regiões, como já vimos, são de eleição directa pelos cidadãos.
As Organizações eleitas têm de funcionar de uma forma INDEPENDENTE umas das outras. Isto não quer dizer que não haja acordos entre elas para, por exemplo, construir uma via de acesso a uma Escola de Ensino ao mesmo tempo que esta o é. 
Tem de haver uma Organização  central que tenha dependentes as Organizações mais abaixo explícitas. Todas elas têm uma outra Organização idêntica em cada País pertencente a uma Comunidade. Cada País tem mais uma Organização para ALGUMAS delas e distribuídas por cada Região (em tudo diferente dos actuais Distritos, Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia). Passamos a ter apenas QUATRO níveis de decisão. Sem dúvida que é bem mais simples do que a actual Política.
A Comunidade é constituída por Países, estes por Regiões com a dimensão entre 100 Km2  e 225 Km2distribuidos UNIFORMEMENTE do Norte para o Sul e de acordo com os limites dos Países.
As Organizações são: Direitos e Obrigações, Saúde, Educação, Comunicações, Produção, Finanças, Protecção, Recursos Humanos.
A Comunidade deve expor, SEMPRE, diariamente a todos os seus cidadãos os Proveitos vindo dos impostos onde indicam o numero de cidadãos que estiveram sujeitos aos mesmos (por Região) bem como a sua natureza e as Despesas que têm com os pedidos das organizações, neste caso com um relatório que nunca deve exceder as três páginas de conteúdo a justificar a sua decisão favorável. Em cada mês, cada trimestre e ano passados deve fazer um resumo dos Proveitos e das despesas. Toda esta exposição pode ser feita automaticamente, com excepção dos relatórios.
Com o recurso aos computadores, actualmente mas num futuro algo que os substitua para fazer o trabalho melhor e mais rápido, uma Organização que dirige uma região propõe à Organização que rege o País a necessidade de, por exemplo, fazer uma ponte sobre um rio. Esta última, depois de analisar o pedido e ver se se enquadra com as do País, propõe a sua realização à Organização da Comunidade que por sua vez (no caso de ser favorável) a entrega aos três Organizadores de topo. Por sua vez estes últimos analisa novamente o pedido e dá o seu parecer favorável ou desfavorável. Todo este processo NUNCA deverá exceder o prazo máximo de 30 dias. Com este caso demonstra-se uma coisa muito simples e eficaz: Fazer uma ponte não é das coisas mais fáceis de realizar. Contudo num prazo de 30 dias no máximo, temos uma resposta favorável ou desfavorável. Não implica que passados cinco anos não se volte a fazer o mesmo pedido, no caso de vir com parecer desfavorável, uma vez que a população evolui e as Organizações mudam. 
Para que cada Pedido exista tem de haver concursos entre empresas a nível Regional, no caso de não existirem, a nível do País e, finalmente, no caso de não existirem a nível da Comunidade. Para cada concurso utilizam-se modelos pré-estabelecidos e que só sofrerão alterações de fundo quando forem nitidamente para melhores e as Organizações do mesmo nível as aprovarem na percentagem de pelo menos 75%. Por exemplo: Existe um modelo A para fazer uma Escola de Ensino de tipo I. Tem que obedecer aos parâmetros B, C e D. Para que obedeça, também ao parâmetro E é necessário que pelo menos 75% das Regiões do País a que pertence esteja de acordo e que esse parâmetro seja nitidamente para melhorar o modelo. A votação de todas as Organizações de Regiões nunca pode passar os 5 dias.
O prazo máximo entre um Pedido de uma Organização Regional e a sua resposta é de 30 dias (10 para a Organização do País; 20 para a Organização da Comunidade);
Quando se faz um Pedido, deve-se ter TUDO pronto para o começar no caso de vir aprovado. Assim sendo 31 dias depois de ser submetido pode-se começar a executá-lo;
O mesmo Pedido pode ser repetido passados 5 anos, no caso de ter vindo com parecer desfavorável;
A Organização deve ter um conjunto de pessoas a trabalhar para as mais diversas áreas: Desde a Carpintaria até às Comunicações, por exemplo. Com base no trabalho realizado por esses profissionais pode tomar decisões devidamente avalizadas.
Os profissionais, mais uma vez, têm de pertencer à Região, País ou Comunidade, conforme não forem existindo em cada uma delas.
Devem ser escolhidos os MELHORES profissionais existentes, pagos de acordo com o vencimento médio existente para cada profissão acrescida de 25% por estarem a trabalhar para a Comunidade. Nunca devem ultrapassar o horário de trabalho previsto na lei. Os seus contratos de trabalho devem variar entre três meses e três anos. É possível renová-los desde que não haja, para a profissão em causa, substitutos mais jovens e com Q.I. de pelo menos 10% a menos. Deve existir tantos quantos os necessários para a realização de todo o trabalho que tem de ser feito de modo a cumprir CRITERIOSAMENTE os prazos previstos.
Com este modelo de Organização pertencente à Comunidade podemos ter a certeza de que deixamos de ter a confusão que agora se apresenta em termos de milhares de milhões de euros em que muito pouca gente sabe de onde vem e, principalmente, onde é gasto, para que TODOS OS CIDADÃOS possam ter acesso dia a dia aos Proveitos e às Despesas, ajudar a decidir em que devem ser gastos, tornarem-se uma parte ACTIVA na condução da Organização que os gere
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